<?xml version='1.0' encoding='ISO-8859-1'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-9487072</atom:id><lastBuildDate>Fri, 26 Feb 2010 14:04:23 +0000</lastBuildDate><title>pescadordigital</title><description>Dedicado às proezas da minha vida e á minha terrinha, Cabanas-de-Tavira !</description><link>http://blog.digfish.org/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (digfish)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>193</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-9487072.post-5612318427044470741</guid><pubDate>Fri, 26 Feb 2010 00:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-26T00:43:10.981Z</atom:updated><title>Este estranho fado...</title><description>Numa altura em que vou ter de encontrar novas coordenadas para a minha vida pessoal, dou por mim a escutar os melhores exemplares desse estilo musical que só existe cá, e que se chama fado. Não gosto de abusar dos fados coimbrões, extremamente melancólicos, porque senão sinto a minha alma a esmorecer. Mas, por vezes, é mesmo necessário !&lt;div&gt; Por detrás de figuras de vulto como Amália ou Carlos Paredes, qual será a razão para só em Portugal existir este estilo musical !?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Muitos das nossas grandes figuras literárias, desde Camões e principalmente Pessoa, sempre se interrogaram, na procura de uma definição do ser português. É um facto que somos um povo com uma identidade cultural extremamente forte, amadurecida ao longo dos nossos quase 800 anos de história. Ao contrário dos nossos vizinhos espanhóis, que na realidade se sentem mais andaluzes, galegos ou bascos do que propriamente "espanhóis", nós tugas, andamos às vezes em batatadas e brigas de bairro Norte/Sul, ou do Continente contra as ilhas, mas que não passam disso mesmo, apenas simples demonstrações de força sem intenção verdadeira de magoar, mas acabamos por amar-nos todos uns aos outros,e se calhar foi isso que se calhar impediu o derramamento de sangue no 25 de Abril de 1974.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas estou a dispersar-me do assunto que me levou a querer iniciar esta publicação: o que nos leva, portugueses, a evocar momentos tristes de forma tão bela e espirituosa. Será a nossa linguagem ? Temos tanta história, uma história de 800 anos, mas será realmente mais pontuada por momentos trágico/dramáticos do que felizes ? É por isso que cinco oitavos da nossa bandeira são da cor de sangue, para evocar essas tragédias ? Já nos demos ao luxo de dividir o mundo ao meio, com os espanhóis, mas actualmente voltámos ao nosso cantinho à beira-mar plantando, mantendo apenas as ilhas da Madeira e Açores como nossas como únicos vestígios da nossa fase épica. A afirmação da portugalidade terá de ser feita através da nossa língua, que está no "top ten" das línguas mais faladas em todo o mundo!&lt;/div&gt;&lt;div&gt; Parecemos estranhamente fadados a que os nossos momentos de felicidade sejam de extrema curta duração, porque tivemos o pássaro na mão e deixá-mo-lo fugir, no século XVI, se calhar porque nunca fomos muitos em nº de habitantes. Mas apesar disso, estivemos em todo o lado, atingimos o Brasil, a Índia, a Indonésia, China, Japão e roçámos a Austrália. Mas éramos poucos para poder manter tanto território na nossa posse. Não quero ser profeta do "Quinto Império", como Pessoa, mas realmente, este sentimento de pessimismo (ou de autocomiseração nacional, como lhe prefiro chamar), é praticamente genético. Estamos sempre a falar mal uns dos outros e de nós próprios, e a rebaixar-nos perante as outras nações, a copiar o que invejamos nos outros povos, desde o nível de vida dos escandinavos até ao samba brasileiro, ou mais recentemente, o Halloween dos povos anglófonos. Tudo corre mal, e vai sempre no mau caminho,  e os momentos de felicidade deste país são sempre muito curtos, tal como o pequeno empurrão que a entrada na CEE a partir de meados da década de 8o, pautado pelos governos do senhor que agora é inquilino do Palácio de Belém. O facto do território conquistado aos mouros desde Afonso Henriques até ao seu bisneto Afonso III na Península parecer não ter sido suficiente para nos conter a todos como pessoas, como à nossa vontade, parece nos ter predestinado para sermos um povo de constante emigração. Não temos muitos recursos naturais, como ouro, o verdadeiro de nome e o negro, que há de muito noutras paragens, mas temos muitos outros recursos, talvez a vontade de não querermos deixar-nos vergar por este nosso estranho Fado, e de mostrar ao mundo que, afinal, depois de 800 anos, ainda aqui estamos, para levar e durar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vaiam por mim, experimentem: &lt;a href="lastfm://globaltags/fado"&gt;fado Tag Radio&lt;/a&gt; .&lt;/div&gt;&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9487072-5612318427044470741?l=blog.digfish.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.digfish.org/2010/02/este-estranho-fado.html</link><author>noreply@blogger.com (digfish)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-9487072.post-5720571496595406806</guid><pubDate>Fri, 19 Feb 2010 18:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-19T18:58:51.043Z</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>cabanas causas ecologia voluntariado</category><title>Limpar Portugal</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.limparportugal.org/"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 113px;" src="http://www.limparportugal.org/templates/siteground/images/summer/joomla_logo.png" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;
Não costumo muito fazer anúncios a campanhas aqui, no meu blog, mas só por esta ser uma causa que eu acho especial, acho que merece uma referência muito especial, de forma que merece aqui uma chamada de atenção. Trata-se da campanha "Limpar Portugal", que vai ter lugar em todo o mundo daqui a um mês, no dia 20 de Março. O que é necessário para juntar a este movimento é simplesmente força de vontade para concretizar um desejo, que é o de ver o espaço que todos nós partilhamos, a nossa rua, os jardins da nossa terra, as praias do nosso concelho, em suma, todos os belos espaços da nossa região, de forma a que possamos sentir-mo-nos orgulhosos de que estes maravilhosos espaços se encontram bem tratados! E, como ficou anteriormente realçado, a única coisa que é necessário é força de vontade em ajudar ! Todos são bem vindos! Não se trata de tirarmos o trabalho a todos os varredores municipais, mas a vontade de demonstrarmos que, por grandes causas, somos capazes de mostrar união para estarmos à altura. Eu vou lá estar, no dia 20, com a malta da minha terra, Cabanas de Tavira, para ajudar no que for preciso. A todos aqueles que pretendam aderir, inscrevam-se na rede do vosso concelho: &lt;a href="http://www.limparportugal.org/"&gt;http://www.limparportugal.org/&lt;/a&gt;
NOTA: para os habitantes de Cabanas de Tavira juntem-se &lt;a href="http://www.facebook.com/group.php?gid=343424246110"&gt;ao grupo do Facebook&lt;/a&gt; .&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9487072-5720571496595406806?l=blog.digfish.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.digfish.org/2010/02/limpar-portugal.html</link><author>noreply@blogger.com (digfish)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-9487072.post-719616516151212128</guid><pubDate>Tue, 02 Feb 2010 21:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-02T22:34:59.388Z</atom:updated><title>Uma igreja "sui generis"</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://blog.digfish.org/uploaded_images/P1010417_2-788712.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 150px;" src="http://blog.digfish.org/uploaded_images/P1010417_2-788710.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;
Uma vez que não encontro outro assunto para falar, decidi voltar a escrever mais um artigo neste blog dedicado à igreja que enfeita a vista da minha casa. Esta igreja chama-se "Igreja da Memória". Normalmente era de esperar que fosse uma igreja dedicada a um santo qualquer. Mas não, esta igreja não é dedicada nenhum santo, nem sequer a nenhuma "Nossa Senhora da Memória", nem nada do género. Eu quando era miúdo, pensava que era condição "sine qua non" para que fosse erigida uma igreja num lugar qualquer, que a Nossa Senhora ou outro santo qualquer, tivesse operado um milagre qualquer naquele sítio, para isso servir de razão para se poder erguer lá depois nesse sítio uma igreja dedicada ao santo autor do milagre.
Mas não, a Igreja da Memória não foi edificada para celebrar qualquer espécie de milagre feito por qualquer santo que fosse !
A história por trás da sua edificação é uma história bem terrena, e trágica e sangrenta: a execução da família Távora durante o tempo em que as rédeas deste país estavam entregues a um senhor chamado Sebastião José de Carvalho e Mello, mais conhecido nos livros de História por "Marquês de Pombal". Não vou estar aqui a recontar a tragédia dos Távora, que pode ser fácilmente contada por qualquer site que venha nos resultados &lt;a href="http://www.google.com/search?q=T%C3%A1vora"&gt;a uma pesquisa no Google por "Távora"&lt;/a&gt;.
A igreja teria sido, supostamente, edificada para relembrar este episódio triste da nossa história.
E o homem que lá descansa eternamente também não é nenhum santo: é o próprio marquês de Pombal !
Este homem, depois dos serviços prestados ao nosso país após o grande terramoto de 1755, foi perseguido e espoliado após a morte de D. José, mas a história acabou por lhe fazer justiça - mas mesmo assim a igreja foi considerada "maldita" pelo regime fundamentalista católico do Estado Novo, uma vez que esteve excomungada até pouco depois do 25 de Abril de 1974. Para mim próprio foi uma surpresa, saber que um edifício religioso pode ele próprio ser excomungado, não apenas uma pessoa !
De resto, e uma pessoa que não conheça a igreja pensa que está na presença da Basílica da Estrela, pois esta igreja da memória é encimada por uma cúpula, se bem que mais pequena, ao estilo neoclássico da dita basílica.
Penso que deveria haver igrejas para celebrar outros acontecimentos que pouco ou nada tenham a ver com a religião - uma igreja para os mortos da Guerra do Ultramar, porque não !? Também seria uma bela "Igreja da Memória" ! Mas já existe o monumento aos mortos do Ultramar no forte do Bom Sucesso ! Será sempre necessário ter de haver sempre um milagre, uma coisa de "outro mundo" como motivo para construir uma igreja !? Não pode mesmo ser uma história decorrida neste triste humano imperfeito e imoral, onde todos os dias os seres humanos cometem erros balbuciantes, um motivo nobre para celebrar a construção de uma igreja !? Sim, mas é verdade: que mal é que os Távoras quiseram fazer ao Marquês e a o seu rei, para merecerem serem executados em praça pública, mas pelo menos ainda tiveram direito a que lhes fosse erigida uma igreja em sua memória, coisa que mais nenhum normal condenado à morte teria direito! Não será isso uma razão válida para ter mandado construir a igreja, será que, secretamente, o Marquês ou D.José, deram conta que cometeram um terrível erro com os Távora, e ainda lhes erigiram a igreja como forma de arrependimento !? Se for, não é isso que figura nos livros de história !&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9487072-719616516151212128?l=blog.digfish.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.digfish.org/2010/02/uma-igreja-sui-generis.html</link><author>noreply@blogger.com (digfish)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-9487072.post-5025457980479269276</guid><pubDate>Mon, 11 Jan 2010 00:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-18T23:39:59.807Z</atom:updated><title>Um assalto sem gosto, mas com sabor a ovo cozido!</title><description>20h do dia de sexta-feira, dia 8 de Janeiro de 2010. Área de Serviço de Alcochete, lado Sul. Beto Fura-Corsas está à cota no seu esconderijo dentro da estação de serviço que chegue mais um exemplar de um Corsa que seja a sua próxima vítima. Ele começou esta carreira já há uns quantos anos e tem beneficiado do facto do Opel Corsa ser dos modelos carros preferidos pelos portugueses. Graças a isso já roubou mais de 50 Corsas desde 2006. Basta uma chave de parafusos e um martelo e o golpe no ponto certo para aproveitar uma falha no mecanismo de fecho do carro para destrancar imediatamente o carro. Está cada vez mais aperfeiçoado na sua técnica de tal forma que em um ou dois segundos dá o golpe com a quantidade de força suficiente para fazer o furo na chassis da porta e destrancar um Corsa.

Chega então o momento. Apesar do frio, Beto Fura-Corsas vê chegar um Corsa dentro da estação de serviço. Este é cinzento-metálico e é de 2003 ! Perfeito ! É dos mais antigos que ainda não mudaram os fechos de acordo com o novo sistema. O dono do carro estaciona-o em frente à estação de serviço e vai para o restaurante. Eis chegado o momento, Beto aproxima-se do Corsa e vê que tem algo a brilhar lá dentro que o distrai inicialmente à medida que se vai aproximando da sua próxima vítima. Quando chega mais perto vê que se trata de um aparelho de GPS montado no vidro. "Bah !" Pensa Beto Fura-Corsas, não preciso de GPS's para nada.
"Não é isso que quero e já roubei uns quantos, e a malta receptadora dos roubos já tem montes deles."

 Aproxima-se e vê que o dono do carro, porventura mais faminto que outra coisa, também deixou o auto-rádio com o painel destacável no sítio. "Mas também não é isso que eu quero" - pensa Beto Fura-Corsas.
Chega então mesmo junto do carro, olha lá para dentro e, apesar da fraca iluminação do interior do carro, encontra finalmente algo que lhe interessa - uma mochila grande e recheada porventura de pertences pessoais incluindo, entre outras coisas, de dinheiro ! Eis então chegado o momento : Beto Fura-Corsas aplica o golpe com a chave de parafusos e o Martelo e pumba, o fecho cede e só carregar na abertura no fecho e já está ! Entra dentro do carro, tira a mochila em menos de nada. Beto FuraCorsas tornou-se tão exímio que consegue fazer tudo em menos de dez segundos. Novo recorde. Pensa ele. E a mochila ainda por cima é pesada! Deve ter mta coisa lá dentro de jeito. E, contente com a sua façanha, retira-se para um local recôndito da estação de serviço. Entretanto, o dono do Corsa, já saciado da fome, regressa e repara que que o carro ficou destrancado ! "Pah, devo ter-me esquecido em trancá-lo."

 Tá escuro e só pensa pôr o carro a trabalhar sem dar por nada que lhe falta e que neste momento já não está na sua posse, mas sim que se encontra a ser aberto pelo nosso amigo Beto Fura Corsas, nas traseiras da estação de serviço: ao abrir a mochila, Uma Nike cinzento e preta, apercebe-se que o único conteúdo desta é um tupper-ware azul meio transparente e uma pasta de papéis com papelada como facturas de médico e papéis de seguro. Mas nada, nada de dinheiro ! Ainda vê que, juntamente com os papéis se encontra lá um livro que ainda por cima tá escrito em inglês intitulado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The meme machine&lt;/span&gt;&lt;span&gt; , mas nada que seja de valor para o nosso amigo Beto Fura-Corsas. Se ainda ao menos fosse a Playboy ! Já aborrecido com o logro que foi que não deu em nada, abre o tupper-ware à procura quem sabe de alguma coisa que seja de interesse e vê que lá dentro tem um saquinho de papel que parece ter qualquer coisa dentro: ele puxa-a para fora e vê que é um ovo cozido ! Nos compartimentos laterais da mochila, já irritado por não ter conseguido nada de jeito, só encontra um saquito roxo com objectos de higiene bucal do assaltado, que além da escova e pasta de dentes, soma-se gel para aftas e stick contra gretas labiais (o vulgo "cieiro"). Mais encontra só uma bolsa para óculos. Se calhar tem aqui uns óculos escuros da Vogue, pensa, finalmente qualquer coisa de jeito, pensa para si para lhe aliviar o desespero que o vai invadindo aos poucos. Mas não, a bolsa tá vazia. "Meeerrdda  !!!! F***** !!!! - Beto Fura-Corsas dá um berro de desespero que por pouco denuncia a sua presença dentro da estação de serviço por ter assaltado um carro e levado a mochila sem nada de valor.

 E o carro que ele ainda podia ir tirar o GPS e autorádio já se tinha posto a milhas! Mais nada  a fazer. E atira com a mochila e todos os objectos encontrados para os caixotes de lixo da estação de serviço ! Tanto trabalho no meio do frio cortante do mês de Janeiro para obter ao menos umas massas para comprar umas mortalhas para enrolar chamon. E agora, nem isso ! Bah, da próxima vez, levo tudo, GPS, auto-rádio incluído, que era o que eu devia ter levado!

Quanto ao dono do Opel Corsa, já a caminho do algarve, ainda não se apercebeu que lhe falta um objecto pessoal dentro do carro. Só ao parar na área de serviço de Alcácer de Sal repara que lhe falta a mochila da Nike! "Deve ter ficado esquecida no local de trabalho, no Tagus Parque." Quando regressar na segunda-feira, devo lá reencontrá-la de certeza, com o ovo cozido que não tinha sido comido no almoço e que tinha decidido deixar lá dentro do tupper-ware para quando pudesse voltar a ter fome.
Mas não, ao chegar a casa do amigo Zé no Algarve, repara que tem um buraco junto do fecho da porta do condutor e que a chave, metida na fechadura já não funciona. Só o fecho automático agora consegue trancar e destrancar as portas do carro.

Chegaram a este ponto da história ainda sem saber quem era o dono do Opel Corsa que foi assaltado pelo nosso amigo Beto Fura-Corsas ? Então eu digo-lhes quem foi : eu !
Pois é , tive muita sorte em só me terem levado uma mochila da Nike sem nada de muito importante lá dentro, mas vou sentir a falta da mochila da Nike, porque ela tinha sido a minha companheira inseparável nas minhas últimas jornadas da rota da costa. Nunca mais vou voltar a vê-la, perdida, agora, como está, na lixeira da estação de serviço de Alcochete Sul. E também nunca mais vou ter oportunidade de acabar de ler o meu querido livro The Meme Machine, que estava a gostar tanto!&lt;/span&gt;

Vou também sentir a falta do meu saquito de higiene bucal com a escova dos dentes e a pasta. Uma Colgate maravilhosa ! Vai-me faltar o meu stick contra gretas labiais, mas que se lixe: compro outro, que é o mesmo que vou fazer para o gel para as aftas. Isso também se compra semp problemas numa para-farmácia ! A bolsa dos óculos é que é pena, porque eu estava a usá-la para guardar umas capas escuras anti-sol que se encaixam num óculos. Essas devem ter ido de vez. Bem, e chega por hoje , vou mas é dormir !&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9487072-5025457980479269276?l=blog.digfish.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.digfish.org/2010/01/um-assalto-sem-gosto-mas-com-sabor-ovo.html</link><author>noreply@blogger.com (digfish)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-9487072.post-3303461907640360579</guid><pubDate>Sun, 13 Dec 2009 22:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-14T00:17:07.933Z</atom:updated><title>"The heavens should be simple, but they're not!"</title><description>É a introdução do trailer do filme "Ágora", a que fiz &lt;a href="http:///"&gt;alusão no post anterior&lt;/a&gt;. Tive oportunidade de assistir este último sábado, à tarde, no &lt;a href="https://www.cinemacity.pt/cinemas/307"&gt;Cinemacity de Alfragide&lt;/a&gt;, por volta das 16h da tarde.
Um filme agradável, ao estilo da nova linha de filmes históricos cuja série foi iniciada pelo "O Gladiador". Apesar de não ser uma história rocambolesca, ao estilo deste último, este é um filme com uma mensagem bastante simples e directa - qualquer fundamentalismo, provindo de qualquer religião que seja, é sempre extremamente prejudicial para a convivência - e isto numa época (fim do século III, início do séc. IV d.C.) em que o Islamismo ainda nem exisitia - entre religiões, numa cidade, que assistia ao legado de uma cultura em extinção - a helénica, representada pela famosa Biblioteca, e a nova religião em franca expansão - o Cristianismo. E no meio disto tudo, é a cultura em clara extinção - a Helénica (alcunhada de "Paganismo" pelos cristãos) que possui o esclarecimento de empreender o questionamento e o confronto do saber com a realidade como a de desenvolver um modelo para entender o Universo em que vivemos. No centro dessa meditação para melhor entender a realidade existe uma mulher - Hipátia, que, dividida entre manter o antigo saber acumulado durante séculos em papiros na antiga biblioteca e as novas confissões em pleno crescendo, tenta sobreviver a todo o custo contra os "ventos da História" que condenavam a filosofia e a tradição helenística, trazidos por Alexandre o Grande durante as suas grandes conquistas.
Não posso falar do trabalho do realizador Alejandro Amenábar porque o desconheço em grande parte, mas o seu trabalho impressionou-me bastante, principalmente naquela parte de mostrar quão ridículos e mesquinhos são os nossos conflitos, vistos a uma escala planetária, como se vê na metáfora em que os humanos são comparados a formigas.
Recomendo bastante este filme, principalmente para quem gosta do estilo da Ficção Histórica, que é bastante creditado graças a este filme.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9487072-3303461907640360579?l=blog.digfish.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.digfish.org/2009/12/heavens-should-be-simple-but-theyre-not.html</link><author>noreply@blogger.com (digfish)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-9487072.post-6055282910206024976</guid><pubDate>Sat, 05 Dec 2009 18:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-05T19:11:32.126Z</atom:updated><title>Mais um filme que vou ver este natal</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.castellolopesmultimedia.com/passatempos/0911_agora_publico/"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 250px; height: 317px;" src="http://www.passatemposcastellolopes.com/0911_agora_publico/topagora.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;
Depois de ter colocado o blockbuster "Avatar" na lista dos meus filmes a ver este natal, decidi dar uma chance ao filme 'ÁGORA', cujo cartaz me intrigou no site de cinema do Público, &lt;a href="http://www.castellolopesmultimedia.com/passatempos/0911_agora_publico/"&gt;clicar aqui &lt;/a&gt;. A primeira reacção que tive, ao deparar-me o rosto conhecido da Rachel Weisz em grande plano, foi de alguma surpresa ao ler a inscrição de "391 DC, Alexandria, Egipto". Ao puxar para baixo no site, deparo-me com o nome "Hypatia". Então sorri, e não podia crer que estava perante um filme que descreve a história dos últimos tempos da antiga Biblioteca de Alexandria, com a qual tive contacto pela primeira vez ao ler o "Cosmos" de Carl Sagan, naquele capítulo que ele dedica inteiramente ao local onde estaria reunido todo o saber acumulado durante toda a antiguidade clássico.
Este filme acaba também por falar sobre o dramatismo dos preconceitos contra os mulheres no mundo antigo e sobre o advento da nova religião - o Cristianismo - e na sua luta fanática para eliminar todos os vestígios daquilo que eles chamavam "Paganismo" - da qual a antiga Biblioteca de Alexandria era dos últimos sobreviventes.
Claro que nas imagens do trailer e na reconstituição da antiga Alexandria não poderia faltar aparecer &lt;a href="http://images.google.com/images?hl=en&amp;amp;client=firefox-a&amp;amp;rls=org.mozilla:pt-PT:official&amp;amp;hs=2P0&amp;amp;resnum=0&amp;amp;q=alexandria+lighthouse&amp;amp;um=1&amp;amp;ie=UTF-8&amp;amp;ei=l64aS8yHHMiH4QbZhpHuAg&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=image_result_group&amp;amp;ct=title&amp;amp;resnum=5&amp;amp;ved=0CCcQsAQwBA"&gt;o famoso farol&lt;/a&gt; - uma das 7 maravilhas do mundo antigo. Para mais, este é um filme em inglês realizado por um espanhol - Alejandro Amenábar - que eu, sinceramente, não vou falar, porque desconheço o seu trabalho. Apesar de tudo, o filme promete, bons actores, uma história espectacular e mais reconstituições estrondosas da cidade que era o grande centro cultural da cultura grega, após as conquistas por Alexandre o Grande.
Aqui fica o trailer:&lt;object width="560" height="340"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/RbuEhwselE0&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/RbuEhwselE0&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="560" height="340"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
Na próxima quinta-feira, dia 10, lá estarei, para ver mais a estreia deste filme !&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9487072-6055282910206024976?l=blog.digfish.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.digfish.org/2009/12/mais-um-filme-que-vou-ver-este-natal.html</link><author>noreply@blogger.com (digfish)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-9487072.post-4446547767191255734</guid><pubDate>Tue, 01 Dec 2009 19:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-02T21:51:29.294Z</atom:updated><title>Sonhei por uns momentos...</title><description>Tive de me dirigir hoje ao Saldanha e, arriscando-me, mesmo num feriado, a não conseguir encontrar espaço para estacionar, arrisquei a minha sorte e fui abençoado com um lugarzinho ! Mas, depois de estacionar, descansei e acho que por momentos a minha mente divagou e acho que viajei no tempo para alturas no futuro... e de repente imaginei-me por momentos a conduzir um automóvel com um GPS que dizia:
&lt;blockquote style="font-family: arial; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;"não há lugares para estacionar em toda a zona do Saldanha, aconselho a usar um parque de estacionamento pago. A diferença de preço não é muita relativamente ao preço se fosse na rua. "&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;blockquote style="font-family: arial; font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;
"há muito trânsito na zona na Avenida Fontes Pereira de Melo, aconselho-o a usar a duque de Loulé para chegar ao Saldanha".&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;Era muito bom  isto fosse possível, mas sinceramente, acho que não estaria interessado em abrir os cordões à bolsa para um GPS quase-humano, capaz de uma clarividência quase semelhante à de Deus. Para mais, nem quero imaginar as possibilidades se algum dia tal sistema será possível ! Nestas situações vale sempre a pena dizer: "já faltou menos!". Com o Google Street View e a capacidade de actualização em tempo quase real das câmaras de tráfego. Dar as melhores indicações para o percurso tendo em conta um relatório de estado de trânsito, penso que já exista nos dias de hoje, e até acho que há um modelo da TomTom que já faz isso, mas eu não quero estar aqui a fazer publicidade, qualquer que esse modelo seja...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9487072-4446547767191255734?l=blog.digfish.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.digfish.org/2009/12/sonhei-por-uns-momentos.html</link><author>noreply@blogger.com (digfish)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-9487072.post-7563322190658957077</guid><pubDate>Mon, 30 Nov 2009 01:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-30T02:10:50.336Z</atom:updated><title>Avatar (2009)</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.vousair.com/images/stories/avatar_200x135.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 200px; height: 135px;" src="http://www.vousair.com/images/stories/avatar_200x135.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;É o nome do novo filme que marca o regresso de James Cameron à realização, doze anos depois do estrondo sucesso de 'Titanic'. Sempre me habituei a ver James Cameron como um realizador que pugna sempre pelos efeitos especiais, como querendo obter, através do uso intensivo dos ditos efeitos, materializar exactamente as imagens como quando saem da sua creatividade, que é como dizer, da forma como ele as idealiza na sua mente, para não dizer cérebro. Foi assim no primeiro 'Terminator' (1984), em Aliens II (1986) e em "The Abyss" (1989), e, finalmente, em 'Titanic' (1997). E parece também ser com este novo 'Avatar', que parece ser a grande prenda pela qual vamos querer todos nós querer regressar às salas este Natal. Cameron afirma no &lt;a href="http://bit.ly/8O1Evz"&gt;'making of'&lt;/a&gt;, que teve de esperar 20 anos para poder ter os meios técnicos para poder realizar este filme nas condições que precisava!

À primeira vista, e pelos trailers, fica-se com a impressão que a história vai seguir mais ou menos o rasto de filmes como "Danças com Lobos" ou o "Último Samurai", em que a personagem principal renega a sua identidade inicial, para abraçar uma nova identidade no seio de um novo grupo. Nada de novo aqui neste campo, até porque Cameron nunca foi um realizador que nunca enveredasse por surpresas a nível do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;screenplay&lt;/span&gt; (já toda a gente sabia que o Titanic haveria de afundar - o navio, é claro, não o filme!).
 Se, a nível do argumento, e, consequentemente, da banda sonora, não será de esperar nada de especial, fica então por saber o que é aquilo que é a "mais valia" dos filmes de Cameron - os "special efects"- nos tem para oferecer este filme?
 E, á partida, pelo "making of" preliminar, podemos ver que os actores fizeram tal e qual as cenas como os seus personagens virtuais (para não dizer "avatares") fazem na animação gerada por computador. Isto tudo graças a técnicas que já vimos possíveis na trilogia "Lord of the Rings" em que os movimentos da personagem Gollum foram feitos tendo por base o "motion capture" da interpretação do actor Andy Serkis.

São portanto estas as primeiras impressões com que fiquei após visionar os trailers e o "making of". James Cameron é, como ficou dito, um realizador que gosta de levar os efeitos especiais ao limite, não sendo por acaso que ele diz que a cena do vôo na criatura voadora do planeta Pandora é para ele a sua cena preferida de todo o filme (à semelhança do grito do personagem Dawson do "I'm the king of the world" na proa do Titanic), pois é nessa cena que toda a criatividade de Cameron supostamente alcança todo o seu esplendor. Mas com certeza, espero que o filme valha mais a pena do que apenas os minutos dessa cena.
Bem, posto isto, não vou querer estar a descascar mais batatas a respeito de querer saber mais cenas a respeito do filme, assim não vai valer a pena ir ver o filme às salas na estreia no próximo dia 17!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9487072-7563322190658957077?l=blog.digfish.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.digfish.org/2009/11/avatar-2009.html</link><author>noreply@blogger.com (digfish)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-9487072.post-4919638671982172846</guid><pubDate>Sun, 22 Nov 2009 22:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-22T22:54:03.201Z</atom:updated><title>A vida é uma ilusão ?</title><description>É uma pergunta que todos nós fazemos, a nós próprios, se calhar muitas vezes na vida. Dos meus 32 anos de vida, posso responder ou melhor dar uma tentativa de resposta, nos seguintes termos:

viver é efectivamente acreditar numa ilusão, agora se é a vida ela própria uma ilusão ou é aquilo que fazemos dela uma ilusão se calhar importa separar as águas e tentar compreender bem do que é que estamos aqui a tratar.
&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;A vida é uma ilusão,&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;logo tudo o que fazemos dela também é uma ilusão!&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;Fazemos da vida uma ilusão.&lt;/span&gt;
&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;Logo, ela é uma ilusão!&lt;/span&gt;&lt;/blockquote&gt;
Não sei qual das duas afirmações está mais próxima da verdade, eu acho que cada um dos leitores vai preferir uma ou a outra, sendo que a resposta preferida expõe, de certo modo, a sua maneira pessoal de ver as coisas, porque o que está aqui em jogo é, afinal, uma propriedade importante da (ou de uma em particular?) vida humana. Mas eu tirava pela segunda afirmação. Acho que está mais perto de ser verdadeira, só porque nos faz por vezes lembrar que temos que voltar à dura realidade das coisas!
Mas o que eu quero pensar, muito sinceramente, é que a arte em se saber viver é conseguir tornar tudo o que parece ser uma ilusão que deixe de o ser... é tornar o impossível possível e, então, a partir daí, quando a ilusão passar a ser a realidade, então irá deixar de ser uma ilusão!
Vai nos fazer lembrar que valeu a pena alimentar aquela ilusão !
Só dizemos que vivemos numa ilusão quando não conseguimos transformar essa ilusão naquilo que ela não é, uma não-ilusão, ou por definição, em algo real, visto o real ser o contário do ilusório. Então aí é que não valeu mesmo a pena foi alimentar essa ilusão!
Sabem duma coisa ? Vou-me mas é deitar, para amanhã de manhã ao menos a acordar lembrar-me que não estou a viver numa ilusão!
Boa noite a todos e que todas as vossas ilusões deixem de ser o que são... apenas meras ilusões!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9487072-4919638671982172846?l=blog.digfish.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.digfish.org/2009/11/vida-e-uma-ilusao.html</link><author>noreply@blogger.com (digfish)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-9487072.post-6828260718796343531</guid><pubDate>Wed, 11 Nov 2009 19:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-11T19:47:37.532Z</atom:updated><title>Três maneiras diferentes de comer... e os oportunistas do costume!</title><description>Há uns anos, quando me dedicava à observação de aves em pleno Inverno, lembro-me de ver uma cena que nunca mais esqueci (há mais de 10 anos, ainda antes da ria em Cabanas ter sido completamente dragada) e que  consistia ver aves de três espécies diferentes todas no mesmo local a usarem de técnicas de pesca diferentes para capturaram as mesmas presas: peixes.
 Então era de ver andorinhas-do-mar, mais garças brancas e corvos marinhos a fazerem uso de cada uma das suas técnicas de pesca altamente especializadas e adquiridas durante milhões de anos de evolução para obterem o mesmo resultado: alimentarem-se de peixe.
Os corvos marinhas nadavam à superfície e desapareciam de repente, mergulhando para apanhar o peixe, ressurgindo à superfície também de forma súbita. As garças, andando com metade das patas dentro de água punham-se como que a dançar para não perderem de vista o peixe que depois capturavam lançando os seus longos bicos na água, fazendo uso do seu longo pescoço flexível para dispararem em direcção ao peixe. As andorinhas do mar, por fim, pairavam no ar, preparando-se para, em voo picado, mergulharem lançadas como mísseis para dentro de água para capturarem os mesmos peixes.
Havia uma quarta espécie de ave, pela qual não tenho a mínima consideração e cujo nome da espécie nem vou referir aqui, mas que facilmente se deduz pelo que vai ser dito de seguida: limitavam-se a ficar quietas no mesmo local, sempre à espera da oportunidade que ocorresse no momento certo para poderem lançar o seu assalto às pobres aves que trabalhavam para sobreviver de forma a retirarem-lhe o peixe que tão dificilmente tinham obtido. Sem dó nem piedade, avançavam para a rapina retirando, no caso das adorinhas-do-mar, o próprio peixe em pleno voo.
Estas aves nojentas, que ocorrem por todo o lado no nosso país, deveriam ser extintas da face da terra. Já há anos que em parques naturais se tenta controlar esta praga, fazendo uso de iscos envenenados. Mas mesmo assim não dá resultado: estas aves nojentas alimentam-se de praticamente tudo, desde resíduos das lixeiras até ao milho dos pardais. Detesto estas aves: o guincho delas faz lembrar outro animal que eu também nada prezo e que ocupa um nicho semelhante, mas na savana africana: a hiena. Tal como os indivíduos da espécie  cujo nome não suporto citar, vivem apenas e só da rapina e não fazem nada para merecerem existir. Deviam também serem completamente exterminadas! Isso e muitas outras espécies, que vivem connosco nas cidades, mas acho que toda a gente sabe do que se trata!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9487072-6828260718796343531?l=blog.digfish.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.digfish.org/2009/11/tres-maneiras-diferentes-de-comer-e-os.html</link><author>noreply@blogger.com (digfish)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-9487072.post-6133893511857797889</guid><pubDate>Sun, 08 Nov 2009 11:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-18T11:24:36.341Z</atom:updated><title>Morte à TMN...!</title><description>É o que me apetece desabafar depois do que se passou hoje de manhã. Quis fazer um telefonema, e, não é para meu espanto, fui saudado por uma sequência de três bipes, após os quais a chamada era terminada. Repeti a chamada, pensando que fosse um problema momentâneo, mas não é que a mesma coisa voltou a suceder. Pensei em várias hipóteses, desde ter passado do prazo limite para um novo carregamento. Mas tentei fazer uma consulta ao saldo restante e ele respondeu-me "resultado ignorado". Fui rever o último pagamento que tinha feito através da CaixaDirecta e vi: 17 de Outubro. Não podia ser ter deixado passar o prazo de recarregamento, porque senão teria ouvido uma adorável voz feminina a dizer-me "precisa de fazer um novo carregamento". Última hipótese: era do telemóvel. O telemóvel tinha sido comprado desbloqueado e comecei a pensar que se tratava de uma falha do telemóvel. Passei o cartão da TMN para outro telemóvel e o resultado foi idêntico ! Resultado: só me faltava fazer a chamada para o Apoio o Cliente da TMN (1696) através de VoIP na Net e lá consegui finalmente, após cinco minutos de ouvir música, falar com alguém para expor o problema. Nestas situações começo sempre por referir se me tá a ouvir, já que estou a fazer a chamada através da Internet. Quem me respondeu disse que não tinha problema. Lá tive de dizer o nº de telemóvel, mas quando precisei dizer a Referência Multibanco, tive de consultar o meu programa de passwords, porque eu não tenho a dita referência na ponta da língua. Quando finalmente tive a referência à minha frente, a chamada é terminada ! Mas o que é isto, meus senhores ? Quem tava do outro lado, quem quer que fosse, apercebeu-se que só estava a fazer perdeu o seu tempo. Nem sequer um aviso que a chamada é terminada por esgotar o tempo disponível para o atendimento. Nada !
Resultado disto tudo: lá tive de me conformar e fazer a chamada inicial que queria fazer pela TMN por outro operador, o que me ficou bem mais caro ! Porque tenho um magnífico tarifário maisPerto que me permite fazer chamadas a preços reduzidos para outros clientes TMN. Mas desta vez fui que fiquei a pagar.
Mais tarde , o que sucedeu ? Passados aí uns dez ou vinte minutos, voltei a tentar fazer a chamada para a TMN no mesmo telemóvel que tinha: mil maravilhas, tudo funcionou ! Ouvi o sinal de chamar. Maravilha das maravilhas!
No meio disto tudo, para além da raiva com que fiquei contra o péssimo serviço de chamadas da TMN, e da forma como fui atendido pelo seu lindo serviço de apoio ao cliente, tenho a dizer que só vou continuar a ser cliente da TMN por causa do magnífico tarifário maisPerto.

Lições a reter: da próxima vez que se passar algo do estilo: já entendi que tudo pode não se passar de uma falha momentânea da rede e, quando for ligar para o serviço de apoio ao cliente tenho que ter a referência multibanco na ponta da língua, se é que me vou dar ao trabalho de lhes ligar!

Aproveito ainda para frisar que a TMN &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;é neste momento, a única operadora móvel&lt;/span&gt; que não oferece um interface web completo e simples de gestão de chamadas e saldo ao cliente. Até a sua subsidiária UZO já tem um ! Do que tão à espera, meus senhores, de continuarem a perder clientes ? No fundo, do que é que têm de se preocupar!? Perdem um, mais ganham mais uns quantos ! Vocês são o pior exemplo do que um monopólio pode fazer a um cliente. Desprezarem o serviço de atendimento ao cliente só porque são a operadora dominante no mercado. Aí a Vodafone (e mesmo a Optimus!) deixa-vos a anos luz!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9487072-6133893511857797889?l=blog.digfish.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.digfish.org/2009/11/morte-tmn.html</link><author>noreply@blogger.com (digfish)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-9487072.post-1787454401327379205</guid><pubDate>Mon, 02 Nov 2009 22:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-02T22:50:43.413Z</atom:updated><title>Há quanto tempo...</title><description>... não me lembrava de ver a série que vi hoje. Aconteceu, hoje ao jantar, estar a ver o canal RTP-Memória, que não sei por quê escolheram ser o que inicia a numeração dos canais no pacote clássico da TV Cabo. Ora, acontece que quando desligo a televisão e ela, por qualquer motivo depois ao ligar "não se lembra" do qual era o último canal em que estava, ela assume sempre o primeiro, que neste caso é o RTP-Memória.
&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Ao-FFjRRMR4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Ao-FFjRRMR4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;
 Na maior parte das vezes, mudo imediatamente de canal, mas hoje por acaso, aconteceu ter dado de caras com um rosto familiar que já não vi há uns bons anos - tou a falar dessa maravilhosa série dos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;eighties&lt;/span&gt; conhecida por &lt;span style="font-style: italic;"&gt;MacGyver&lt;/span&gt;. Este nosso grande herói não precisa de voar como o Super-Homem ou disparar teias do pulso como o Homem-Aranha, não, é-lhe suficiente sabes as fórmulas mágicas de como misturar uns vulgares ingredientes de culinárias e alguns produtos de limpeza doméstica e já está, sai de lá uma super-fórmula para um explosivo que ajuda a salvar o dia de uma donzela que, no caso concreto deste episódio, estava a ser acossada por uns espiões soviéticos quaisqueres já nem sei porque motivo, uma vez que apanhei o episódio a dar, já perto do seu final, mas ainda a tempo de apanhar aquela altura em que o génio MacGyver, interpretado pelo grande Richard Dean Anderson, punha todo o seu génio em prática. Não tou a falar da música do genérico do princípio da série, mas sim, aquela que servia quando ele punha em prática as suas ideias saídas do alçapão da cozinha.
Toda a gente repara que o que vingou na série foi sem dúvida a ideia simples de que um zé-ninguém qualquer ou para dizer melhor que zé-ninguém, qualquer gajo minimamente parecido com qualquer um de nós consegue salvar o mundo com receitas saídas do livro de culinária da nossa avó. 
O que é curioso é que, após uma inspecção mais atenta de como era esta série, pelo menos nas primeiras temporadas, via-se claramente que a série tinha um orçamento talvez só um bocadinho melhor que aquele que foi usado para fazer entre nós, o "Ninja das Caldas", pois percebia-se a maneira que os actores, de episódio para episódio eram praticamente os mesmos. Sempre o mesmo actor a fazer de mauzão, umas vezes a fazer o sorriso de malvado de orelha a orelha, outras não sendo possível isso uma vez que as orelhas poderiam estar coberta por algum daqueles penteados em voga nos anos 80 (à la "Luke Skywalker"). E as explosões e os próprios meios de produção da série pareciam ter sido feitos por alguém com a mesma genialidade que a própria personagem que dava pelo nome de MacGyver. Mas o que importa é que foi fixe relembrar esta velhinha série. Quando tiver oportunidade, um dia, hei-de comprar a caixa do DVDs com toda a série!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9487072-1787454401327379205?l=blog.digfish.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.digfish.org/2009/11/ha-quanto-tempo.html</link><author>noreply@blogger.com (digfish)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-9487072.post-3036755443444508651</guid><pubDate>Wed, 28 Oct 2009 22:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-28T23:03:37.700Z</atom:updated><title>Evolução de um automobilista</title><description>Vou contar a história de como foram estes dois meses de ser automobilista nas ruas, estradas e avenidas da capital.
Quando fui buscar a carro a Benfica na tarde do dia 3 de Setembro, a minha primeira impressão era de que não iria chegar inteiro a casa. Mas tinha estudado com algum pormenor o percurso entre Benfica e a Ajuda, com ajuda do Google Maps, usando inclusivamente o Street View. Mas o que é certo é que nesse dia consegui chegar inteirinho a casa, estacionando o carro no Largo da Memória, primeiro acto do que depois passou a ser agora rotina diária. No dia seguinte, que era sexta-feira, lá fui também seguindo o trajecto delineado pelo Google Maps e, correu tudo extraoridnariamente bem. Tão bem que o único senão foi quando já estava no Tagus Park, ao virar para o parque de estacionamento deixei o carro ir abaixo no meio da estrada. Não aconteceu mal de maior, porque quem vinha em sentido contrário viu a coisa acontecer a tempo de parar.  De resto, nesse fim-de-semana aproveitei para andar com o carro o máximo que pude. A primeira coisa que fiz depois no sábado foi ir a comprar um GPS. Não consigo passar na capital sem usar um GPS.
Vou concluir este post por aqui, amanhã há mais!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9487072-3036755443444508651?l=blog.digfish.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.digfish.org/2009/10/evolucao-de-um-automobilista.html</link><author>noreply@blogger.com (digfish)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-9487072.post-1882869322988018291</guid><pubDate>Tue, 27 Oct 2009 22:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-27T23:18:29.908Z</atom:updated><title>Asnera</title><description>"Asnera" é como se diz "Asneira" em algarvio, devido à nossa tendência para evitar as vogais consecutivas.
Mas pondo isto de parte, fiquei a saber a palavra "asneira", no português correcto, deriva de "coisa de asno". Ou seja, um gajo que só faz asneiras compartilha algumas propriedades dessa espécie que tem como nome científico &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Asno"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Equus asininus&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, sendo que não é requisito essencial que tenha o comprimento dos pavilhões auditivos dos indivíduos da dita espécie. O que importa é que saiba mesmo fazer, e só, coisas que só o coitado do dito animal sabe fazer, e que se definem, dessa maneira, como "asneiras".
Então isto quer dizer, sempre que alguém faz uma asneira, está implícito através da palavra, que quem fez a asneira, também é um ganda ... !&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9487072-1882869322988018291?l=blog.digfish.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.digfish.org/2009/10/asnera.html</link><author>noreply@blogger.com (digfish)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-9487072.post-5633118191709071149</guid><pubDate>Wed, 14 Oct 2009 11:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-22T17:42:04.646+01:00</atom:updated><title>Maitê. maitê, o qui foiste fazê !</title><description>Ainda me lembro da Maitê Proença de miúdo, do tempo em que andava nas bocas do mundo e nos posters de parede dos adolescentes, a meio dos anos 80, em novelas como Roque Santeiro. Nessas novelas a Maitê era a cara bela da história, aquela que todos esperavam o momento de entrada em cena na novela para poderem ter um momento altamente.
Confesso que já fui mais fã de novelas do que sou actualmente. Nem o Morangos com Açúcar me interessa, nestes tempos dominados pela rede global.
Vi o vídeo da Maitê a ridicularizar elementos da nossa sagrada identidade nacional e diz ela que era só humor... problema nosso, que nós é que não temos sentido de humor ! E diz ela no vídeo  publicado no site da Globo que ela até goza (cospe na cara dela, ena!) da filha dela ! Não é preciso pedir desculpa ao ponto de teres de pisar os teres os teus próprios dedos dos pés, querida ! A gente sabe que estás completamente arrependida. Dizes orgulhosamente que tens ascendentes portugueses, mas desonraste-os completamente perante as cenas tristes que fizestes nos vídeos. Se não tinhas mais nada para fazer, sinceramente, sempre podias fazer mais uma novela !
Se calhar a culpa não é tua, é de quem escreveu o guião da história, mas, sabendo que tinhas antepassados portugueses, podias muito ter recusado ter-te dado àquelas cenas tristes. É claro, agora, só te resta pedir desculpa. Pena é teres que dar uns tiros nos pés quando te prestas a dar essas desculpas. Enfim, a gente percebe... se nós fôssemos ao Rio ridicularizar o Cristo Redentor no Corcovado provavelmente haveria muita gente desse lado do Atlântico que não gostaria...! O que é que se hái de fazê !? Maitê, Maitê, o qui foiste fazê, moça ?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9487072-5633118191709071149?l=blog.digfish.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.digfish.org/2009/10/maite-maite-o-qui-foiste-faze.html</link><author>noreply@blogger.com (digfish)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-9487072.post-5185646214766521931</guid><pubDate>Sat, 26 Sep 2009 17:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-16T11:30:48.620+01:00</atom:updated><title>Não tenham medo... gripe ou mau tempo... venham votar !</title><description>O que fazer... simplesmente não sei. Esta vertigem da gripe A começou em Maio, com a secretária da OMS, sra. Margarita Chan com a anunciar o mundo esta notícia. Não sei se no nosso país estamos no pico neste momento... mas atinge-nos em muito má altura, numa ocasião em que o país se prepara para um momento decisivo para decidir o nosso futuro para os próximos 4 anos.
Não podemos ficar prisioneiros destas circunstâncias e deixar-mo-nos levar pelas incidências do momento. Fora a coincidência desta &lt;a href="http://sic.sapo.pt/online/noticias/vida/Morreu+o+candidato+do+CDS+PP+a+Camara+de+Ourem+apos+ter+sido+internado+com+gripe+A.htm"&gt;notícia&lt;/a&gt; e o facto da pessoa já estar internada há algum tempo, e &lt;a href="http://sic.sapo.pt/online/noticias/vida/especiais/gripe-A/Gripe+A+nas+eleicoes+leve+a+caneta+de+casa+para+votar.htm"&gt;seguindo as recomendações&lt;/a&gt; relativamente às eleições marcadas para amanhã, penso que não há perigo de nos deixarmos levar pela reacção a estas notícias recentes. Mas uma coisa é verdadeira : o momento para dar esta notícia não foi nada oportuno! Mas não me parece que a intenção da notícia seja propositada - quem é que estaria interessado em evitar que as pessoas vaiam votar ? Não me parecem que todos os hipocondríacos sejam de um único partido!
Eu vou votar amanhã, debaixo de chuva e com o vírus da gripe à minha espera ao virar da esquina, se for o caso!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9487072-5185646214766521931?l=blog.digfish.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.digfish.org/2009/09/nao-tenham-medo-gripe-ou-mau-tempo.html</link><author>noreply@blogger.com (digfish)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-9487072.post-8615844225925080830</guid><pubDate>Sat, 19 Sep 2009 18:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-19T19:36:52.511+01:00</atom:updated><title>Partidos pequeninos</title><description>Voltei a casa depois de um dia passado a passear e finalmente consegui ver os tempos de antena da campanha para as legislativas na SIC. Aqui, todos os partidos têm o mesmo tempo de antena, sejam grandes, médios, pequenos, bons, maus, etc.
Vejo os tempos de antena dos partidos de menor expressão e vejo realmente porque têm pouca popularidade - desde idéias ingénuas (não vou realçar qual os partidos), até utópicas e outras disparatadas. Outros a quererem entrar na Assembleia fazendo crer que são os verdadeiros representantes de um distrito e que representam realmente as pessoas, parecendo uma artimanha desesperada de querer eleger um deputado, por tudo e por nada. Eu sei o que aconteceria muito provavelmente com um destes (com excepção ou de outro) partidos se conseguissem realmente eleger o tão ambicionado deputado: repetir-se-ia a história do PSN (Partido da Solidariedade Nacional), encabeçado pelo professor Manuel Sérgio, que há quase 20 anos conseguiu a proeza de eleger um deputado nas 1ªs eleições em que participou, fazendo crer que era o representante dos reformados, e, claro, a ideia colheu, e o professor Manuel Sérgio foi eleito deputado. Sem se perceber porquê, foi sol de pouca dura, e o professor Manuel Sérgio acabou afastando-se do partido ao abrigo do qual conseguiu ser eleito, terminando como deputado "independente".
Voltando à questão que abriu este &lt;span style="font-style: italic;"&gt;post&lt;/span&gt;, acho que seria preocupante se um destes partidos entrasse no hemiciclo, a sua participação nos debates - há um  destes pequenos partidos que afirma que não é de criticar as outras forças políticas - o representante iria fazer o quê ao parlamento ? Ficar a olhar para os outros deputados (tipo "ver a passar navios") e não dizer nada ? Ou entraria num esforço de moralizar o discurso político no parlamento sem debater um tema concreto.
A única excepção neste panorama dos pequenos partidos que vão e vêm é, claro, o Bloco de Esquerda, que em 1999 começou por eleger dois deputados e passados dez anos, de acordo com as sondagens, vai finalmente consolidar o seu estatuto como terceira força política, ultrapassando os históricos CDS e PCP/CDU.
Qual a razão de sucesso do bloco ? A união faz a força !
Porque raio o MEP, o PTP e outros que tais não se coligam e fazem um "bloco" dos pequeninos ?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9487072-8615844225925080830?l=blog.digfish.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.digfish.org/2009/09/partidos-pequeninos.html</link><author>noreply@blogger.com (digfish)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-9487072.post-8979580807061654383</guid><pubDate>Thu, 03 Sep 2009 22:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-27T23:19:49.500Z</atom:updated><title>Obrigado Google pelo Street View !</title><description>Serve este post para contra-atacar todas as críticas que têm visado a nova funcionalidade do Google Maps - o tão mal afamado e, por demais, mal conhecido - Google StreetView que permite ter fotos, na perspectiva do transeunte, e que, supostamente, de acordo com o que se diz por aí, está a servir para devassar intencionalmente a vida privada das pessoas que aparecem nas fotos.
Vi a reportagem que apareceu na RTP do casal que está a processar a Google por valores nada modestos - e vi lá o advogado deles a declarar que o "Street View" "não serve para nada". Não serve para nada para quem nunca o usou com as reais intenções para quais foi criado - a de dar uma perspectiva diferente da do &lt;span style="font-style: italic;"&gt;bird's view&lt;/span&gt; do Google Map. Às vezes as coisas vistas à superfície são bem diferentes do aspecto que têm quando vistas de lá de cima.
E eu aproveitar para agradecer modestamente à Google por esta fantástica nova feature porque graças a ela consegui identificar as ruas do percurso que tive de fazer para levar o meu novo carro desde o stand onde o fui buscar - Benfica - atè a minha residência na Ajuda. Conhecia (e ainda mal conheço) as ruas de Benfica, mas, graças ao Google Street View consegui, mesmo com alguns percalços, ter um conhecimento preliminar (não como se tivesse passado lá em carne e osso) de antemão dos locais que teria de atravessar.
Amanhã vou pela primeira vez ao Tagus Park na minha nova viatura (nova para mim, porque na realidade já teve outro dono!), e uma vez mais, vou ter a possibilidade &lt;span style="font-style: italic;"&gt;a priori&lt;/span&gt; de reconhecer o trajecto tendo acesso a fotos dos locais que irei atravessar.
Para mim esta discussão toda em volta do Street View é uma reedição de todo o debate que se fez há doze anos a respeito da Dolly, a primeira ovelha clonada - se bem que a clonagem ainda não tenha provado ser uma coisa eficiente, após todos estes anos - primeiro levantam-se todas as más línguas que é perigoso por isto e aquilo e o que é certo é que, se tenha desenvolvido alguma legislação que regula bem a bioética, tanto chinfrim não deu em nada e creio o mesmo se está a passar com o Street View.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9487072-8979580807061654383?l=blog.digfish.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.digfish.org/2009/09/obrigado-google-pelo-street-view.html</link><author>noreply@blogger.com (digfish)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-9487072.post-5391862309107565089</guid><pubDate>Sun, 30 Aug 2009 00:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-30T02:10:14.511+01:00</atom:updated><title>Diversao nocturna na ilha é fixe, mas...</title><description>Estou a escrever este &lt;span style="font-style: italic;"&gt;post&lt;/span&gt; num momento em que é impossível dormir, devido à barulheira infernal oriunda de um novo bar que abriu na Ilha de Cabanas. E isto perto das duas da manhã. Este tuca-tuca infernal impede uma pessoa de dormir. Estando eu como estou a passar este fim-de-semana no Algarve, na minha localidade natal, Cabanas, a aproveitar que este fim-de-semana é o de queimar os últimos cartuchos já que o pano está cair sob o que resta do Verão.
Mesmo assim, e voltando ao assunto do bar que abriu na Ilha de Cabanas, o novo e renovado bar do proprietário do antigo bar da ilha 'Cabana da Ria' localiza-se numa posição estratégica, estando num local aonde vai ter o passadiço que passa por cima das dunas. No entanto, não tanto pelo barulho, considero perigosa a ideia de realizar uma diversão nocturna neste bar da ilha. E isto porque fiquei estupefacto pela quantidade de gente, todos jovens à roda dos 20 anos, que enchiam o cais amovível, à espera do barco, que é um bote que não leva mais de 10 pessoas de cada vez, e pelo facto de estarem todos vestidos como se fossem para uma &lt;span style="font-style: italic;"&gt;night&lt;/span&gt;, e não para a praia. Mas o que me receou foi o facto do cais de plástico não ter qualquer iluminação e estar repleto de jovens, umas 60 pessoas todas por cima de um cais amovível daqueles de desmontar é extremamente perigoso, ainda por cima porque do outro lado, já na ilha, o cais aonde vai desembarcar toda aquele gente, se bem que não seja do mesmo tipo, não tem qualquer tipo de iluminação. Se alguém cair à água, o que ainda não aconteceu, felizmente, irão ter de ser apuradas responsabilidades. E de quem será ? Das autoridades que não sabem de nada ou da irresponsabilidade do proprietário de um estabelecimento que é para ser de apoio a veraneio, mas não pode ser de animação nocturna.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9487072-5391862309107565089?l=blog.digfish.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.digfish.org/2009/08/diversao-nocturna-na-ilha-e-fixe-mas.html</link><author>noreply@blogger.com (digfish)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-9487072.post-4037698498572215584</guid><pubDate>Thu, 27 Aug 2009 22:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-28T00:04:43.545+01:00</atom:updated><title>Que pena não ter sido apanhado pelo "Street View" ... !</title><description>&lt;img align="right" src="http://www.digfish.org/blog/uploaded_images/318-798301.jpg"/&gt;
Há uns anos lembro-me de haver um programa da RTP que era feito nas instalações da 5 de Outubro, mas propriamente no rés-de-chão, sendo que o fundo do programa consistia na imagem da própria Avenida 5 de Outubro, com as pessoas a passarem na rua. O programa acabou por entrar no conhecimento não tanta pelos temas debatidos, mas pelo facto de as pessoas ao pararem para se assomarem ao interior e com as "ganas" de que o programa estava a ser emitido de directo, qualquer um tinha a possibilidade de ter os seus "15 segundos de fama" aparecendo na imagem o longe por trás do Pedro Rolo Duarte e dos seus convidados e alguns via-se mesmo a ligarem para os amigos a dizerem "Eh pah, vejam, estou na televisão!" (na altura já havia telemóveis, mas era um fenómeno recente a sua massificação). O programa chamava-se "Canal Aberto" (encontrei &lt;a href="http://pre-historia.blogs.sapo.pt/2009/01/"&gt;este post na net&lt;/a&gt; da autoria do próprio Pedro Rolo Duarte a descrever o programa) e era mais conhecido por dar a possibilidade qualquer ter os tais "15 segundos" do que por qualquer outro motivo.
Faço esta introdução apenas pelo motivo da notícia que hoje apareceu a notícia de que um casal português vai processar o Google por ter aparecido, sem o desejar nas fotos do "Street View", última funcionalidade do aplicativo Google Maps do gigante informático norte-americano.
Eles não estão a ser nada meigos no valor que exigem como compensação para o facto de terem sido alvos de "devassa" por parte do Google ( &lt;a href="http://www.tvi24.iol.pt/sociedade-nacional/tvi24-processo-street-view-privacidade-casal-google/1085130-4555.html"&gt;ver notícia no site do TVI-24&lt;/a&gt; ). Esse valor ascende aos 200 mil euros, sendo metade para cada um. Não se consegue entender minimamente em que se baseia a alegação do casal português, porque os rostos de cada pessoa estão esfumados e não são claramente reconhecíveis. Se o Google andasse a tirar fotos para dentro das janelas das casas particulares, isso seria outra história. Sendo um meio público, não entendo que tenha havido devassa.
O problema é que, vamos imaginar que o casal português ganhava a acção interposta contra o Google, o que iria resultar imediatamente é que toda a gente em todo o mundo que se diria que também aparece nos fotos do Street View iria querer aproveitar a oportunidade para obter também a sua quota-parte de compensação pela facto da sua privacidade ter sido invadido pelas câmaras do Google.
Pegando no exemplo que dei como introdução a este post, eu nem me importava de aparecer e iria, com todo o prazer postar aqui no blog, a minha fotografia e dizer, "Ei pessoal, estou no Street View do Google Maps!". Ainda não descobri se estou a aparecer lá ou não. Mas a minha rua está lá. Pena é sair todos os dias muito cedo de casa e não ter tido a oportunidade de figurar nas fotos!
Mas realmente dá mesmo vontade de dizer, tenho mesmo pena de não aparecer no "Street View"! Depois ainda apareceria o gajo que conduzia o carro e que andava a tirar a fotos a perguntar, para ser honesto:
&lt;blockquote&gt;"Smile, you're in Street View!"&lt;/blockquote&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9487072-4037698498572215584?l=blog.digfish.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.digfish.org/2009/08/que-pena-nao-ter-sido-apanhado-pelo.html</link><author>noreply@blogger.com (digfish)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-9487072.post-892519950090518953</guid><pubDate>Sat, 22 Aug 2009 01:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-24T00:22:15.001+01:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>twitter pocketwit</category><title>Descobri finalmente o poder do Twitter</title><description>Há cerca de um mês, ainda estava nos escritórios da Rupeal, fazia esta pergunta inocente aos meus colegas que eram utilizadores regulares do Twitter:
&lt;blockquote&gt;"Para que raio serve o Twitter" ?&lt;/blockquote&gt;
Digo isso eu, porque já me tinha inscrito no Twitter fazia dois anos, e ainda não havia este pico de utilização em volta do Twitter. Só deveria ter praí uns 20 twits, se é que tivesse tantos!

Entretanto tinha começado a usar o Facebook, a cuja "conversão" da minha parte resisti um pouco (já tinha o hi5, para que raio precisava de outra rede social, o problema era que eu praticamente não usava aquilo - o hi5, claro!).

Nas últimas semanas, e à medida que ia sendo "convencido" em ser um utilizador do Facebook, e comecei a user aquilo, descobri que uma forma prática de talvez começar a usar o Twitter para alguma coisa de jeito seria usá-lo como forma de enviar mensagens para o Facebook. Assim, uma mensagem enviada através do formulário do Twitter poderia, através de uma aplicação específica no Facebook, aparecer tanto no Twitter como no Facebook.
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Entretanto, e aos poucos, comecei a achar finalmente interessantes os "twits" (ou melhor, "cacarejos", como eu resolvi chamar-lhe em português, o twitter para mim para mim assemelha-se a um enorme galinheiro) de alguns amigos meus na vida real e achei que seria interessante também poder começar a usar aquilo como forma de divulgar o meu blog, que já vai para cinco anos e pouco "movimento", tanto de leitores como de novidades da minha parte tem tido.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Durante a semana que entretanto terminou, dei por mim, incrivelmente, à procura de aplicações que enviassem "twits" a partir do Windows Mobile 5, que é o sistema operativo do meu PDA HTC P3600. Experimentei várias, mas a que me converteu por completo ao Twitter foi o espectacular &lt;a href="http://code.google.com/p/pocketwit/"&gt;PocketTwit&lt;/a&gt;, que, como eles gostam de dizer no perfil deles no Twitter, foi escrito para que "...não sejam apenas os donos de um iPhone que fiquem com toda a graça..." (Writing a pocketpc client so iphone users don't have all the fun.)  Agora não quero mesmo outra coisa ! Já me converti completamente à "religião do passarinho". Agora, por tudo e por nada, sempre que ache importante, ou divertido, vou twitar (ou "cacarejar") sempre que puder !&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quanto a vocês, twittem sempre que possam!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9487072-892519950090518953?l=blog.digfish.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.digfish.org/2009/08/descobri-finalmente-o-poder-do-twitter.html</link><author>noreply@blogger.com (digfish)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-9487072.post-1225956838880131148</guid><pubDate>Sat, 22 Aug 2009 01:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-22T02:28:35.405+01:00</atom:updated><title>Era desta vez que tinha apanhado a maldita gripe...</title><description>Acordo todos os dias através do rádio despertador que depois começa a debitar as notícias. É uma boa forma de despertar para a realidade dura da vida, de forma que o sono se vá de vez. E então a notícia constante que oiço é sempre é de quantos novos casos de gripe A ocorreram ultimamente. Já lá vão os tempos em que eram aos 5 a 10 por dia, agora todos os dias são na casa das centenas... e eu na expectativa de qual seria ou será o dia em que chegará a minha vez ... ! E eu fiquei a pensar que esse dia tinha sido hoje!
Para além de outro episódio caricato do dia de hoje (homem que escolheu suicidar-se à hora em que saía do comboio), a partir das 3 da tarde comecei a sentir uma bem aguda dor de cabeça perto da têmpora esquerda. Custou-me continuar a trabalhar ! E fui beber um cházito de tília ! Qual quê, mesmo assim a dor não passou... ! Saio do trabalho e vou para a estação de Sete Rios esperar o intercidades que me deve levar de volta ao Algarve para o fim-de-semana. Pouco tempo depois de lá chegar, começa-me a pingar do nariz ! E eu a pensar que desta vez que tinha apanhado a maldita gripe ! E eu pensei que seria bom, porque já que tava de caminho para o Algarve, ao menos iria tê-la no melhor dos sítios, no Algarve ! Porque em Lisboa, a viver sozinho, seria muito complicar-me alguém prestar-me apoio !
Como um mal nunca vem só... o intercidades deu em atrasar por causa de um corte eléctrico, ao que a "senhora" dos altifalantes da estação estava a dizer. Primeiro iam dizendo que o atraso era só de 6 minutos... o tempo foi passando... dizia que era dali a cinco minutos... qual quê !? Só veio quarenta minutos depois, e eu a (des)esperar ainda por cima com a dor de cabeça e a pingar do nariz. Entro para dentro do comboio quase convencido que tinha apanhado gripe A !
E então comecei a agir de forma a "preservar-me" e de que ninguém a meu lado descobrisse que ali estava um passageiro infectado ! Tentei ser o mais discreto possível. Nem mesmo quando telefonei para a minha mãe fiz referência a que estava a pingar do nariz. E assim passaram-se quatro horas de viagem... Cheguei ao Algarve ainda tinha dor de cabeça e estava a pingar do nariz. Chego finalmente a casa em Cabanas, tiro a temperatura. Veredicto: 36,5 ° C ! Qual gripe, qual carapuça. Lá fui tomar um Trifene 2000 que está neste momento a fazer efeito - a maldita dôr lá me deixou em paz ! E eu aqui a escrever já aliviado, mas por outro lado frustrado porque ainda não foi desta que eu apanhei a maldita gripe ! Lá terei de esperar mais um pouco ! Só espero que ela não me bata à porta em Lisboa !

A ver vamos...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9487072-1225956838880131148?l=blog.digfish.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.digfish.org/2009/08/era-desta-vez-que-tinha-apanhado.html</link><author>noreply@blogger.com (digfish)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-9487072.post-1465112662141754281</guid><pubDate>Thu, 20 Aug 2009 22:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-20T23:54:02.137+01:00</atom:updated><title>Haverá algo melhor que...</title><description>... a TVI sempre a empolar polémicas. É um estilo próprio da estação, vem desde praticamente os tempos em que inauguraram o estilo "reality show" com o "Big Brother" em que naquela altura apareciam os participantes no então famoso programa em pleno estúdio do noticiário como se fossem comentadores. As notícias do que se passava na "casa" do Big Brother, como as galinhas do Zé Maria, os desatinos do Marco, etc. mereciam honras de destaque no Jornal Nacional da TVI. Eles até podiam ter razão. De facto a atenção que as pessoas davam a este programa naquela altura (2000, salvo erro !?) era muito maior do que o debate mensal do estado da nação (já havia essa coisa naquela altura !?). Era uma novela em real, pelo menos era real o que se passava entre aquelas quatro paredes. E assim permitiu à TVI escalar até ao topo das audiências.
O estilo grosseio e emproado continuou nos jornais, apesar do Big Brother, com todas as suas variantes, desde a versão com os famosos até ao Survivor, não aguentou o estatuto de novidade por muito mais tempo, e aí a TVI teve que manter a sua posição na "pole position" accionando outro estilo de medidas, através do ateamento de polémicas nos seus telejornais que provocavam verdadeiros incêndios. Um que me lembro particularmente bem, foi a história do "Buzzy Bee", um adolescente que não fazia mais do que arranjar namoradas para depois lhes extorquir os acessos a contas de e-mail e cartões de crédito. E ele fazia aquilo de forma tão fácil da mesma forma do que estalar os dedos da mão (coisa que eu por casa nem sei fazer !? ).

Relembrando:
&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9vsPo6Jn7-Y&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/9vsPo6Jn7-Y&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" height="344" width="425"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;

E assim continua até hoje...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9487072-1465112662141754281?l=blog.digfish.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.digfish.org/2009/08/havera-algo-melhor-que.html</link><author>noreply@blogger.com (digfish)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-9487072.post-8360860846326763651</guid><pubDate>Thu, 20 Aug 2009 21:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-20T22:29:30.445+01:00</atom:updated><title>O dia em que o multibanco deixou de me dar dinheiro !</title><description>A qualquer um de vós pode acontecer o que aconteceu hoje comigo ! Esperemos que nunca aconteça, mas é verdade, e hoje aconteceu mesmo: uma caixa multibanco recusou-se-me a dar 20 "aéreos". E eu a recear que este dia nunca acontecesse ! Mas aconteceu ! E agora o que vou fazer !? Felizmente tenho uma conta onde guardo as minhas poupanças e estou a servir-me dela neste momento ! O meu patrão pode ficar descansado que tenho condições para continuar a trabalhar até chegar ao dia de São Receber deste mês !&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9487072-8360860846326763651?l=blog.digfish.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.digfish.org/2009/08/o-dia-em-que-o-multibanco-deixou-de-me.html</link><author>noreply@blogger.com (digfish)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-9487072.post-3641484644840957894</guid><pubDate>Fri, 20 Mar 2009 23:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-03-20T23:37:13.164Z</atom:updated><title>Duas janelas</title><description>A televisão... a televisão é uma janela sobre o mundo, costuma-se dizer, e faz de todos nós espectadores desse mundo fora. Se quisermos saber coisas sob o mundo, basta premirmos o botão respectivo no telecomando e o mundo abre-se para nós, com todas as suas virtudes e defeitos. Mas quereremos mesmo viver neste (ou nesse) mundo ? É a pergunta que mais fazemos após fazermos zapping entre toda a multitude de canais que temos ao nosso dispôr na grelha de qualquer operadora de televisão por cabo, não precisam também de ser muitos, bastam uns dez ou vinte. Podemos sonhar como as nossas crianças, regressando à ingenuidade dos nossos primeiros tempos de vida, vendo os canais Panda ou Cartoon Network, queremos divertir-nos à maluca ? Podemos ir ver os canais musicais MCM, MTV ou o VH1, este último é o meu preferido. Não estou a propôr para que façamos uma Rave em casa, não, apenas apreciar a música. Ou quereremos explorar mais em profundidade este mundo ? Então vamos para os canais documentais: Odisseia, National Geographic, História, etc. Queremos saber como vai o mundo no último milésimo de segundo ? Sintonizem a CNN! Ou se preferirem ficar pelo nosso país de brandos costumes, têm a SIC Notícias, a RTP-N e a novinha TVI24. Podemos saber das desgraças do mundo, do acidente na A2 que levou uma família inteira, mas quem provocou o acidente sobreviveu, e para fazer o contraste, para um melhor dia, para não ouvir só desgraças, acabamos por saber no final do noticiário que uma leoa aceitou adoptar um cordeirinho, esperança que todos os dias há sempre a hipótese de um novo começo! O problema é que todos os dias está sempre a haver um novo começo, estamos a sempre a partir do zero. Mal chegamos do um, estamos já a voltar ao zero de novo!
Enfim, é o mundo que temos, e longe de eu estar aqui a fazer publicidade involuntária à grelha da TV Cabo, é a TV que nos permite ser a janela para o mundo, com todas as suas coisas boas ou más.
Em minha casa, tenho a TV em frente a uma grande janela envidraçada que me permite avistar uma igreja em grande pano de fundo. Tenho a janela para o mundo em frente da janela que me permite ver a realidade em que estou e com a qual me deparo todos os dias. Às vezes esqueço a realidade que tenho lá ao longe, a mirar-me através do vidro da janela (se é que se pode dizer que a realidade nos mira, em contraponto em sermos nós a mirar a realidade!), para poder concentrar-me na janela para o mundo, ela é mais pequena, mas tem um maior alcance, posso viajar no tempo, desde viajar até ao Império Romano, perceber como nasceu a companhia Harley Davidson, saber o último grande discurso de boa vontade de Obama, mas também posso ver as imagens de um grande atentado que varreu do mapa as torres gémeas. No fim, acho que prefiro mas é a vista da janela da realidade mais imediata, ao menos, por nunca sair do mesmo sítio, é mais confortável do que a "realidade" que nos chega através da TV - em que o que hoje é negro amanhã pode muito bem ser branco! E para desfazer-me da realidade da TV, é muito mais simples, basta simplesmente fazer uso do mesmo método com que a actvei inicialmente - o botãozinho!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9487072-3641484644840957894?l=blog.digfish.org' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blog.digfish.org/2009/03/duas-janelas.html</link><author>noreply@blogger.com (digfish)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item></channel></rss>